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De crises de ansiedade à improdutividade, pesquisa inédita demonstra as consequências das doenças cardiovasculares nos brasileiros

Cholesterol Confusion

Neste Dia Mundial do Coração, levantamento global traz a perspectiva do paciente que já teve um ataque cardíaco e um alerta: o colesterol ainda é negligenciado

São Paulo, setembro de 2019 – – Uma pesquisa realizada em 13 países, inclusive no Brasil, aponta os impactos sociais e emocionais negativos das doenças cardiovasculares. Ansiedade, medo, preocupação, confusão. Todas essas emoções foram mencionadas pelos mais de 3.200 pacientes que já sofreram um evento cardiovascular, entrevistados para descrever seu sentimento sobre a possibilidade de uma recorrência. Entre os brasileiros, 47% dos participantes pensam sobre o risco de um novo evento cardiovascular frequentemente – ao menos uma vez por semana – o que traz situações de medo e ansiedade. Estas emoções se agravam no Brasil diante do fato de que 56% dos sobreviventes descreveram que tiveram um impacto negativo significante no estilo de vida e na produtividade após uma enfermidade relacionada ao coração.

Os dados fazem parte do levantamento inédito realizado pela consultoria KCR Research, com apoio da Amgen, que avaliou as percepções e o grau de conscientização dos sobreviventes pós-infarto do miocárdio sobre a relação entre colesterol e eventos cardiovasculares. Estima-se que mais de 40% dos pacientes que sofreram um evento cardiovascular, como um ataque cardíaco, terão outro em até dois anos. Um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares, as que mais matam no mundo, é a alta presença de lipoproteína de baixa densidade (LDL-C) no sangue – também conhecido como “colesterol ruim”,. "

Mais de 90% dos entrevistados adotaram pelo menos uma medida para melhorar sua qualidade de vida após o ataque cardíaco, porém, 89% dos pacientes com colesterol alto não o associam ao risco de um outro evento cardiovascular. Ainda de acordo com os dados do levantamento, ao comparar doenças cardiovasculares com outras condições, a maioria dos pacientes seleciona algo diferente de doenças cardiovasculares como a mais grave ameaça à saúde e a maior preocupação para sua saúde futura.

“A maioria dos pacientes leva uma vida relativamente regrada para diminuir chances de outro evento – eles monitoram pressão sanguínea, visitam médicos regularmente, controlam a alimentação e se exercitam. A grande questão é: essas medidas são suficientes? Vemos o impacto social e emocional nestes pacientes e precisamos cada vez mais entender como mudar essa realidade e ter ações efetivas para contornar os fatores de risco”, aponta Tatiana Branco, Diretora Médica da Amgen Brasil.

Globalmente, um terço dos entrevistados não sabe quais devem ser seus níveis de colesterol e 44% não está monitorando seu colesterol regularmente; apenas um em cada cinco sobreviventes de ataques cardíacos que foram informados de que têm colesterol alto considera esse fator de risco para um evento recorrente. Outro dado que a pesquisa traz é que embora os pacientes mais jovens (entre 40 e 49 anos) estejam mais preocupados com as doenças cardiovasculares do que seus congêneres mais velhos, eles são menos informados sobre a saúde do seu coração. 4

“Os pacientes estão dispostos a agir, mas não consideram o colesterol alto como uma condição crônica que requer cuidados em longo prazo. A incidência de doenças cardíacas deve aumentar em 40% até 2035, em âmbito mundial, portanto eles precisam de informações confiáveis para que tenham consciência da gravidade e possam buscar os melhores tratamentos para combater o problema.” completa Dra. Tatiana.


Sobre a pesquisa

A pesquisa foi encomendada pela Amgen e conduzida pela KRC Research, uma consultoria global independente de pesquisa de opinião pública. Um total de 3.236 entrevistas on-line foram respondidas por pacientes pós-infarto do miocárdio (IM), com 40 anos ou mais, em 13 países diferentes. Os países participantes incluíram Estados Unidos, México, Brasil, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, Itália, Holanda, China, Coreia do Sul e Japão. A pesquisa incluiu aproximadamente 250 pacientes com IM de cada país participante. A coleta de dados ocorreu de 21 de junho a 18 de julho de 2019.


Sobre a Amgen

A Amgen está comprometida em explorar o potencial da biologia para pacientes que sofrem de doenças graves, descobrindo, desenvolvendo, fabricando e fornecendo terapias humanas inovadoras. Essa abordagem começa usando ferramentas como genética humana avançada para desvendar as complexidades das doenças e entender os fundamentos da biologia humana.

A Amgen foca em áreas de alta necessidade médica não atendida e aproveita sua experiência em fabricação de produtos biológicos para buscar soluções que melhorem os resultados de saúde e melhorem drasticamente a vida das pessoas. Pioneira em biotecnologia desde 1980, a Amgen tornou-se a maior empresa independente de biotecnologia do mundo, alcançou milhões de pacientes em todo o mundo e está desenvolvendo uma linha de medicamentos com potencial revolucionário.

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