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Gastos com osteoporose devem subir para mais de 20 bilhões na América Latina em cinco anos

Os custos com osteoporose na América Latina devem subir para US$ 6,25 bilhões, aproximadamente R$ 20 bilhões, em cinco anos, segundo estudo publicado recentemente pelo Journal of Medical Economics . Os gastos são uma projeção com base no envelhecimento da população e o aumento da incidência da doença no Brasil, Argentina, Colômbia e México. Com a falta de prevenção à doença nesta região, a projeção é que ocorram cerca de 4,5 milhões de fraturas nestes países.

O estudo tem o objetivo de quantificar o ônus econômico atual e o futuro da osteoporose em adultos de 50 a 89 anos, nestes quatro países latino-americanos. Fraturas consequentes por osteoporose causam um grande problema à sociedade. As fraturas de quadril são as mais graves, já que quase sempre resultam em hospitalização. Em geral, no primeiro ano depois da fratura de quadril, cerca de 10% a 20% dos pacientes tornam-se incapacitados, 15% a 40% são institucionalizado e 20% a 35% morrem . As taxas de fratura aumentam rapidamente com a idade e o risco de fratura ao longo da vida em mulheres de 50 anos é de cerca de 40% , semelhante ao da doença coronariana.

A atenção à doença nestes países está relacionada ao número de idosos na América Latina, que deve dobrar nas próximas décadas, consequentemente aumentando a incidência de fraturas correspondentes à osteoporose. “Neste cenário, a necessidade de tomadas de decisões para a prevenção da doença é urgente. Atualmente, pacientes não reconhecem a osteoporose como uma doença crônica e acabam tendo fraturas sem obter o diagnóstico e sem acompanhamento adequado, onerando todos os sistemas de saúde”, explica Ben-Hur Albergaria, professor de epidemiologia clínica da Faculdade Federal do Espirito Santo e pesquisador do Centro de Pesquisa em Osteoporose do Espirito Santo (CEDOES).

O estudo trouxe projeções e motivos dos gastos de osteoporose crescerem ao longo dos anos devido ao envelhecimento da população. A América Latina se prepara para a longevidade da sociedade e enfrenta desafios para fortalecer o sistema de saúde. Com a doença negligenciada, pacientes com fraturas teriam múltiplas consequências sociais e econômicas junto ao sistema de saúde. No Brasil, a maior parte dos custos é atribuída à perda de produtividade da população com a condição (62%), seguida dos custos com hospitalização (19%). O custo médio gasto por 1.000 pessoas em risco nos quatro países latino-americanos foi de US$ 15.906, sendo que, ao ajustar a população em risco, o Brasil tem um custo de US$ 6.130 por pessoa, aproximadamente R$ 25 mil.

Saindo do âmbito dos números para a realidade brasileira, é possível mudar esse cenário, uma vez que no Brasil já existe uma variedade de tratamentos para a osteoporose. A questão é que a doença precisa estar presente na atenção primaria à saúde. “Para controlar e prevenir essas fraturas, o sistema deve trabalhar em diversas frentes, entre elas a identificação de indivíduos com alto risco de fratura e a melhora dos protocolos de diretrizes terapêuticas. É necessário se esforçar para fomentar uma rede de prevenção que, a longo prazo, diminuirá o custo financeiro da doença e, principalmente, trará qualidade de vida para uma população que está entrando em uma curva de envelhecimento”, pontua o especialista.

Sobre a Amgen

A Amgen está comprometida em liberar o potencial da biologia para pacientes que sofrem com doenças graves ao descobrir, desenvolver e produzir medicamentos inovadores. Esta abordagem começa ao utilizar ferramentas como genética humana avançada para desvendar as complexidades da doença e entender os fundamentos da biologia humana. A Amgen se concentra em áreas de necessidade médica não atendidas, potencializado a sua experiência na fabricação de produtos biológicos para buscar soluções que melhorem a saúde e a vida das pessoas. Fundada nos Estados Unidos em 1980, a Amgen tornou-se a maior empresa de biotecnologia no mundo, com milhões de pacientes atendidos e com um pipeline de medicamentos com potencial revolucionário em desenvolvimento. Este ano a empresa completa 10 anos no Brasil e está em constante expansão no país, oferecendo um portfólio robusto nas áreas de oncologia, hematologia, doenças ósseas, doenças cardiovasculares e nefrologia.

Para mais informações, visite http://www.amgen.com.br/

  1. Rima Aziziyeh, Mo Amin, Mohdhar Habib, Javier Garcia Perlaza, Kirk Szafranski, Rebecca K. McTavish, Tim Disher, Ana Lüdke e Chris Cameron (2019) O ônus da osteoporose em quatro países latino-americanos: Brasil, México, Colômbia e Argentina , Journal of Medical Economics, 22: 7, 638-644, DOI: 10.1080 / 13696998.2019.1590843
  2. PINHEIRO, Marcelo de Medeiros. Mortalidade pós fratura por osteoporose. Arq Bras Endocrinol Metab [online]. 2008, vol.52, n.7 [citado em 2019-08-05], pp. 1071-1072. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0004-27302008000700001&lng=en&nrm=iso. ISSN 1677-9487. http://dx.doi.org/10.1590/S0004-27302008000700001
  3. RADOMINSKI, SC et al. Osteoporose em mulheres na pós-menopausa. Rev. Bras. Reumatol. [online]. 2004, vol.44, n.6 [cited 2019-08-05], pp.426-434. Available from:http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0482-50042004000600006&lng=en&nrm=iso. ISSN 0482-5004.http://dx.doi.org/10.1590/S0482-50042004000600006